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28 junho 2012
.*.Jovem Guarda.*.
Amados, estamos preparando um show todo lindo pra vcs... na verdade um especial só com os classicos da jovem guarda, o repertorio foi escolhido a dedo por Fábio Rocha... e o melhor de tudo, já temos data pra bombar! Será no Casa Nova Eco.bar dia 28/jul as 23h. Vai ser uma delicia
03 novembro 2011
.*. Sem palavras.*.
E com vc's, Clara e a noite segundo Jota Mombaça:
Lembro de ter ouvido, numa conversa há algum tempo, uma moça reclamar: “eu acho que ela deveria gritar menos – e cantar mais.” Na ocasião, devo ter retrucado alguma coisa, mas só agora tenho a resposta perfeita, engatilhada, pronta para ser desferida contra os limites da moça que não soube antever a direção que a voz de Clara (foto) estava tomando. “Ela gosta de gritar”, à época, concorria ao MPBECO, e eu já estava cada vez mais interessado em ouvi-la arranhar irresponsavelmente a superfície demasiado plana em que passeavam – e ainda passeiam – a maioria das cantoras que meus ouvidos alcançam pelas esquinas por que passo. Clara machucava o tédio com seu canto.
Não sei se no festival já era A noite que lhe acompanhava, mas tenho certeza que foi assim que me foi anunciada num cartaz do Circo Tropa Trupe (naquele tempo, uma vez por mês rolava um som no circo): Clara e a Noite: o corpo todo a serviço da voz e as constelações em êxtase. No entanto, apesar de ter já experiência (já cantava na Orquestra Boca Seca, tinha estado no Pangaio anteriormente, …), o canto de Clara era de um percurso bastante arriscado – não pela complexidade técnica da música, mas pela própria natureza experimental da cantora -, às vezes um tanto inseguro, mas com a coragem de uma cantora entregue à sua autodescoberta. Tateava ainda, mas já tinha jeito de querer-se devorar.
Então, passados uns dois anos, teve uma noite em que o Café Salão se entupiu de gente para ouvir o show recém chegado de turnê de Clara e a Noite. Desse dia para trás me era distante a lembrança de um show da Clara, tinha tempo não a ouvia – senão através dos materiais que o Coletivo Records eventualmente compartilhava via blog. No Café Salão qualquer show tende a ser incrível, porque não tem mais-altura de palco (artista e público ficam no mesmo nível) e a gente fica próximo à beça da banda. Lembro de, uma vez, ter tomado todas lá no show da Alcatéia Maldita, tirado a roupa e dançado rock alucinado. Nesse dia em que fui ver Clara e a Noite não fiquei tão bêbado, mas fiquei alucinado (porém atento) diante do novo canto de Clara, onde, ao invés de qualquer rastro de insegurança, havia um tipo de satisfação muito peculiar: ela cantava como se quisesse passar na nossa cara aquele vozeirão, como se merecesse cantar daquele jeito.
Foi um desconcerto total, quem me viu dançando sabe: minhas pernas entortaram diante da beleza agressiva da voz de Clara, que cantou como quem arromba portas. Ela sempre rasgou, sempre cantou forte, mas naquele dia eu vi que, agora, ela havia adquirido uma nova consciência, havia se tornado dona da própria voz. Lembro que, durante o ENEARTE (que não se resumiu à noite em que cortaram o som do STA), quando do show dela, encontrei um amigo de Recife que me comentou empolgado: “porra, velho, ela canta demais!” Concordei com a cabeça e deixei o cara pra lá. Estava ouvindo o show.
O que faz toda a diferença no canto de Clara não é exatamente a consciência adquirida, mas justamente o percurso que ela fez na raça, de olhos meio vendados, inventando sozinha, claro que cheia de referências, sua forma de agir na música. O que deu a Clara esse poder de canto não foi o encontro com a técnica vocal – embora este lhe esteja possibilitando essa consciência deslumbrante em pleno desenvolvimento -, mas todos os estudos anárquicos que ela fez sobre si, sobre sua própria voz. Clara está cada vez mais afinada, mas de uma forma não-cartesiana, torta, autoral, uma forma cuja técnica, propriamente, surge num segundo plano, para ampliar o canto que ela mesma inventou para si.
E agora Clara vem como um meteoro iluminando a noite (a propósito, muito me assusta saber que os jurados da final deste último MPBECO tenham preferido a interpretação meia-bossa da moça que cantou a música de Ivan Lins (digo…: Widger Valle)). Fabão me disse que talvez tenha um EP a caminho – ou eu sonhei com isso e estou confundindo a realidade. Mas quero terminar este texto com um conselho para Clara, diretamente: reconheçamos o que faz do disco do da Silva & d malassamBROSband o maior lançamento do ano (e dos últimos tempos) aqui em Natal: o cuidado com a linguagem, a autocrítica e a entrega. E claro: letras sagazes e arranjos descolonizados também vão lhe cair bem. Vá fundo, Clara! que ao teu som não cabem fronteiras, que a tua voz quer mamar no mundo…
texto retirado do Blog: Substantivo Plural
Lembro de ter ouvido, numa conversa há algum tempo, uma moça reclamar: “eu acho que ela deveria gritar menos – e cantar mais.” Na ocasião, devo ter retrucado alguma coisa, mas só agora tenho a resposta perfeita, engatilhada, pronta para ser desferida contra os limites da moça que não soube antever a direção que a voz de Clara (foto) estava tomando. “Ela gosta de gritar”, à época, concorria ao MPBECO, e eu já estava cada vez mais interessado em ouvi-la arranhar irresponsavelmente a superfície demasiado plana em que passeavam – e ainda passeiam – a maioria das cantoras que meus ouvidos alcançam pelas esquinas por que passo. Clara machucava o tédio com seu canto.
Não sei se no festival já era A noite que lhe acompanhava, mas tenho certeza que foi assim que me foi anunciada num cartaz do Circo Tropa Trupe (naquele tempo, uma vez por mês rolava um som no circo): Clara e a Noite: o corpo todo a serviço da voz e as constelações em êxtase. No entanto, apesar de ter já experiência (já cantava na Orquestra Boca Seca, tinha estado no Pangaio anteriormente, …), o canto de Clara era de um percurso bastante arriscado – não pela complexidade técnica da música, mas pela própria natureza experimental da cantora -, às vezes um tanto inseguro, mas com a coragem de uma cantora entregue à sua autodescoberta. Tateava ainda, mas já tinha jeito de querer-se devorar.
Então, passados uns dois anos, teve uma noite em que o Café Salão se entupiu de gente para ouvir o show recém chegado de turnê de Clara e a Noite. Desse dia para trás me era distante a lembrança de um show da Clara, tinha tempo não a ouvia – senão através dos materiais que o Coletivo Records eventualmente compartilhava via blog. No Café Salão qualquer show tende a ser incrível, porque não tem mais-altura de palco (artista e público ficam no mesmo nível) e a gente fica próximo à beça da banda. Lembro de, uma vez, ter tomado todas lá no show da Alcatéia Maldita, tirado a roupa e dançado rock alucinado. Nesse dia em que fui ver Clara e a Noite não fiquei tão bêbado, mas fiquei alucinado (porém atento) diante do novo canto de Clara, onde, ao invés de qualquer rastro de insegurança, havia um tipo de satisfação muito peculiar: ela cantava como se quisesse passar na nossa cara aquele vozeirão, como se merecesse cantar daquele jeito.
Foi um desconcerto total, quem me viu dançando sabe: minhas pernas entortaram diante da beleza agressiva da voz de Clara, que cantou como quem arromba portas. Ela sempre rasgou, sempre cantou forte, mas naquele dia eu vi que, agora, ela havia adquirido uma nova consciência, havia se tornado dona da própria voz. Lembro que, durante o ENEARTE (que não se resumiu à noite em que cortaram o som do STA), quando do show dela, encontrei um amigo de Recife que me comentou empolgado: “porra, velho, ela canta demais!” Concordei com a cabeça e deixei o cara pra lá. Estava ouvindo o show.
O que faz toda a diferença no canto de Clara não é exatamente a consciência adquirida, mas justamente o percurso que ela fez na raça, de olhos meio vendados, inventando sozinha, claro que cheia de referências, sua forma de agir na música. O que deu a Clara esse poder de canto não foi o encontro com a técnica vocal – embora este lhe esteja possibilitando essa consciência deslumbrante em pleno desenvolvimento -, mas todos os estudos anárquicos que ela fez sobre si, sobre sua própria voz. Clara está cada vez mais afinada, mas de uma forma não-cartesiana, torta, autoral, uma forma cuja técnica, propriamente, surge num segundo plano, para ampliar o canto que ela mesma inventou para si.
E agora Clara vem como um meteoro iluminando a noite (a propósito, muito me assusta saber que os jurados da final deste último MPBECO tenham preferido a interpretação meia-bossa da moça que cantou a música de Ivan Lins (digo…: Widger Valle)). Fabão me disse que talvez tenha um EP a caminho – ou eu sonhei com isso e estou confundindo a realidade. Mas quero terminar este texto com um conselho para Clara, diretamente: reconheçamos o que faz do disco do da Silva & d malassamBROSband o maior lançamento do ano (e dos últimos tempos) aqui em Natal: o cuidado com a linguagem, a autocrítica e a entrega. E claro: letras sagazes e arranjos descolonizados também vão lhe cair bem. Vá fundo, Clara! que ao teu som não cabem fronteiras, que a tua voz quer mamar no mundo…
texto retirado do Blog: Substantivo Plural
27 setembro 2011
.*. Festival MPBeco 2011.*.
Amores e Amoras, fomos selecionados pra o MPBeco, Clara e a Noite vai defender um Blues (com muito sangue e muita dor)do compositor Carlos Spinele, O Blues do desepero pode ser baixado aki
09 agosto 2011
.*.Turne BNB.*.
Gente...
Que demora né?
É que eu ainda estava processando esta experiência linda q foi fazer essas viagens.
Antes de começar a fofoca queria agradecer o SEBRAE pela força sempre que precisamos, a Cátia da agencia cultural em especial.
Viajamos para três cidades:
Para Souza.
Saímos de Natal as nove da manha num pique ótimo, acontece q a viajem é longa e a estrada PéSSIMA (foram poucas as estradas boas que pegamos). Chegamos em Souza as 14h, nos alojamos e fomos almoçar, um almoço bem gostosinho com um churrasco OTXIMO, nos encaminhamos para o Centro Cultural BNB. Ao chegar fomos tratados com muito carinho, as pessoas tiveram o cuidado de saber quem éramos e ouvir nosso som, então “já não éramos estranhos p eles”. Como sempre passamos o som rapidinho.
Já de noitinha, fizemos o show, para metade da casa e uma receptividade enorme... foi muito gostoso de fazer esse show, havia interesse no olhar das pessoas. Depois saímos pra trocar experiências musicas com o pessoal do coletivo ESTAÇÃO que eram os produtores desse nosso show, foi muito bom pois eles sabiam quem eram alguns artistas do RN, quer dizer que somos bem quistos em outros lugares.
De manha cedinho fomos rumo a
Nova Olinda
Cinco horas de viajem depois...
Chegamos à Fundação Casa Grande, ao chegarmos fomos recebidos por uma menina de sete anos, gente aquele lugar é lindoooooooooooooooo. Me senti na Terra do Nunca!
Na Fundação inteira só encontramos cinco adultos o resto eram TODAS crianças, o técnico que passou o nosso som tinha 15 anos, o iluminador tinha 8 e o roadie 10. A Fundação possue uma radio e uma TV que são organizadas por CRIANÇAS. Toda a Fundação é assim, Crianças em tudo, fazendo TUDO. Fico muito feliz que este projeto exista no mundo e sempre que falo dele fico com os meus olhos marejados. Se falar do projeto me deixa assim imagina o show ne? A plateia era quase toda de crianças que me tiravam do meu eixo, tinha horas que quando eu via varias delas estavam em pé dançando no meio do teatro, foi um show cheio de surpresa e emoção, tive de me conter por muitas vezes, quase que descia pra dançar com elas...rs
Voltamos a Natal na manha seguinte e pasmem, dez horas de viajem DIRETO nossa muito cansativo...
Na semana seguinte foi a vez de Fortaleza.
Como o carro deu um bode, chegamos em cima da hora pra passar som e tocar... Enquanto os meninos montavam as coisas no palco eu tomava banho no camarim... Passamos o som rapidinho e o show começou logo em seguida. Mas delicioso mesmo assim... Saímos correndo pra passar um novo som, neste dia tocamos 3 vezes. Alguns de nós já tínhamos tocado na cidade, porém desta vez tocamos em outro bar, na verdade uma pizzaria, linda no dragão do mar. Comemos e tocamos com Clara e a noite e em seguida com a Orquestra Boca Seca. Depois daí fomos curti. Afinal ninguém é de ferro! Queríamos agradecer ao rodrigo fuser e ao albert nossos produtores dos shows fora do BNB em fortaleza, e também ao nosso querido motorita MANEL, coletivo records ativar!
Que demora né?
É que eu ainda estava processando esta experiência linda q foi fazer essas viagens.
Antes de começar a fofoca queria agradecer o SEBRAE pela força sempre que precisamos, a Cátia da agencia cultural em especial.
Viajamos para três cidades:
Para Souza.
Saímos de Natal as nove da manha num pique ótimo, acontece q a viajem é longa e a estrada PéSSIMA (foram poucas as estradas boas que pegamos). Chegamos em Souza as 14h, nos alojamos e fomos almoçar, um almoço bem gostosinho com um churrasco OTXIMO, nos encaminhamos para o Centro Cultural BNB. Ao chegar fomos tratados com muito carinho, as pessoas tiveram o cuidado de saber quem éramos e ouvir nosso som, então “já não éramos estranhos p eles”. Como sempre passamos o som rapidinho.
Já de noitinha, fizemos o show, para metade da casa e uma receptividade enorme... foi muito gostoso de fazer esse show, havia interesse no olhar das pessoas. Depois saímos pra trocar experiências musicas com o pessoal do coletivo ESTAÇÃO que eram os produtores desse nosso show, foi muito bom pois eles sabiam quem eram alguns artistas do RN, quer dizer que somos bem quistos em outros lugares.
De manha cedinho fomos rumo a
Nova Olinda
Cinco horas de viajem depois...
Chegamos à Fundação Casa Grande, ao chegarmos fomos recebidos por uma menina de sete anos, gente aquele lugar é lindoooooooooooooooo. Me senti na Terra do Nunca!
Na Fundação inteira só encontramos cinco adultos o resto eram TODAS crianças, o técnico que passou o nosso som tinha 15 anos, o iluminador tinha 8 e o roadie 10. A Fundação possue uma radio e uma TV que são organizadas por CRIANÇAS. Toda a Fundação é assim, Crianças em tudo, fazendo TUDO. Fico muito feliz que este projeto exista no mundo e sempre que falo dele fico com os meus olhos marejados. Se falar do projeto me deixa assim imagina o show ne? A plateia era quase toda de crianças que me tiravam do meu eixo, tinha horas que quando eu via varias delas estavam em pé dançando no meio do teatro, foi um show cheio de surpresa e emoção, tive de me conter por muitas vezes, quase que descia pra dançar com elas...rs
Voltamos a Natal na manha seguinte e pasmem, dez horas de viajem DIRETO nossa muito cansativo...
Na semana seguinte foi a vez de Fortaleza.
Como o carro deu um bode, chegamos em cima da hora pra passar som e tocar... Enquanto os meninos montavam as coisas no palco eu tomava banho no camarim... Passamos o som rapidinho e o show começou logo em seguida. Mas delicioso mesmo assim... Saímos correndo pra passar um novo som, neste dia tocamos 3 vezes. Alguns de nós já tínhamos tocado na cidade, porém desta vez tocamos em outro bar, na verdade uma pizzaria, linda no dragão do mar. Comemos e tocamos com Clara e a noite e em seguida com a Orquestra Boca Seca. Depois daí fomos curti. Afinal ninguém é de ferro! Queríamos agradecer ao rodrigo fuser e ao albert nossos produtores dos shows fora do BNB em fortaleza, e também ao nosso querido motorita MANEL, coletivo records ativar!
29 junho 2011
.*.Novidades.*.
.*.No Radio.*.

Mês passado tivemos o prazer de gravar o programa "Palco Radiofanico" o linck ta aki pra ouvir ou baixar.
20 setembro 2010
31 agosto 2010
,*.FOXY LADYS.*.
Foxy Ladys é um novo projeto Musical para a província Natalina. Composto por 4 cantoras de blues, essencialmente falando, mas que fazem fusão com outros estilos como o rock e o jazz.
Clara Pinheiro

Simona Talma,

Paula Ortiz (ex Eletro Bilhar)

Michelli Régis (ex vocalista da Electra e Poetas Elétricos).

Nós quatro sempre nos encontravamos na noite da cidade e conversavamos, separadamnete ou ao mesmo tempo, sobre nossos trabalhos, nossas idéias e possíveis participações de umas nos discos das outras. Recentemenente um convite pra um evento de blues, que furou, me fez procurar as garotas e acabamos resolvendo fazer o nosso próprio festival de blues e fusão, sozinhas!
A idéia inicialmente é de produzir nossos shows, com participações de uma no show da outra, em outubro, no Sargent Pepper's, todas as quintas. Além disso queremos trocar experiências e mostrar que existe uma produção de blues em Natal, que existem quatro cantoras, fazendo um trabalho autoral aqui, que isso é autêntico, e portanto, faz parte da nossa cultura. Espero que acompanhem, divulguem, comentem e vão aos shows, CLARO!
Clara Pinheiro

Simona Talma,

Paula Ortiz (ex Eletro Bilhar)

Michelli Régis (ex vocalista da Electra e Poetas Elétricos).

Nós quatro sempre nos encontravamos na noite da cidade e conversavamos, separadamnete ou ao mesmo tempo, sobre nossos trabalhos, nossas idéias e possíveis participações de umas nos discos das outras. Recentemenente um convite pra um evento de blues, que furou, me fez procurar as garotas e acabamos resolvendo fazer o nosso próprio festival de blues e fusão, sozinhas!
A idéia inicialmente é de produzir nossos shows, com participações de uma no show da outra, em outubro, no Sargent Pepper's, todas as quintas. Além disso queremos trocar experiências e mostrar que existe uma produção de blues em Natal, que existem quatro cantoras, fazendo um trabalho autoral aqui, que isso é autêntico, e portanto, faz parte da nossa cultura. Espero que acompanhem, divulguem, comentem e vão aos shows, CLARO!
12 julho 2010
.*.Festival Mormaço .*.
14 março 2010
.*. Buxixo.*.

"...A novidade é o EP de Clara e a Noite, contendo três músicas recheadas de rock e blues, diferente do que vem fazendo muitas cantoras país afora que misturam ritmos brasileiros e até inserem elementos eletrônicos. Clara canta com guitarra, baixo, bateria e gaita ao fundo. Só. E não precisa mais. São três belas composições que apontam para o crescimento de boas cantoras em Natal..."
trecho retirado de site www.oinimigo.com, um site especialisado em música.
Para baixar as música do primeiro ep de Clara e a noite
Coletivo Records
DoSol
O inimigo
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